O QUE O VATICANO ENCONTROU APÓS ABRIR A ”TUMBA DE CRISTO”?

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Abriram, pela primeira vez em séculos, o lugar onde acreditam ser o túmulo onde Jesus foi colocado. Durante década, arqueólogos e teólogos têm debatido se a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém é de fato o local onde Cristo foi enterrado e ressuscitado após o período em que passou crucificado. Essa tumba foi lacrada em mármore nos anos 1500 e permanecia assim até os dias atuais. Isso tem como objetivo impedir que os visitantes roubassem as peças no seu interior, definidas como relíquias.

A igreja teria destruído e reconstruído nos séculos seguintes tantas vezes, que os especialistas ficaram sem saber se a tumba havia sido removida e o que poderia estar por dentro da mesma. A tampa de mármore foi levantada pela primeira vez em 500 anos. Os pesquisadores envolvidos descobriram a prateleira e calcário onde acreditam que ficou o corpo de Jesus. Também descobriram uma segunda laje de mármore cinza, que os pesquisadores desconhecia. A laje tinha uma cruz esculpida no século XII.

O arqueólogo Fredrik Hiebert, da National Geographic e sócio do projeto disse: “A coisa mais surpreendente para mim foi quando removemos a primeira camada de poeira e encontramos uma segunda peça de mármore”. “Este era cinza, não branco como o exterior, e bem no meio dele havia uma cruz lindamente esculpida. Não tínhamos ideais de que estava lá”, completou.

“O santuário foi destruído muitas vezes por incêndios, terremotos e invasões ao longo do século. Nós realmente não sabíamos se eles tinham construído exatamente no mesmo lugar todas às vezes. Mas isso parece ser a prova visível de que o lugar que os peregrinos adoram hoje é a mesma tumba que o imperador romano Constantino encontrou no século IV. Quando percebemos o que havíamos encontrão, meus joelhos começaram a tremer”.

Segundo escritas cristãs, Jesus morreu na cruz e foi sepultado, ressuscitando três dias depois. Quando abriram a tumba antiga, os líderes das igrejas ortodoxa grega e armênia, junto com os monges franciscanos, foram os primeiros a entrar no local. Eles saíram com grandes sorrisos em seus rostos. “Estávamos todos muito curiosos. Então nós entramos, olhamos para o túmulo e vimos muitos escombros. Portanto, não estava vazio, apesar de não haver artefatos ou ossos”.

Segundo os pesquisadores, tudo que há no interior da tumba deve permanecer intocável. Até mesmo para trocar uma vela leva-se muito tempo, pois o comitê tem que aprovar tudo. Esse evento foi um marco para arqueólogos, cientistas antigas e, é claro, para os líderes religiosos.

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